Hoje eu me senti assim:
Quantos sentimentos ambíguos, que vontade de correr, sumir.... Posso comparar esse sentimento com o amor referido na música Monte Castelo, de Renato Russo:
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
É impossivel um fogo que não arde, uma ferida que não se sente, contentamento descontente? Pois agora eu entendo o que o autor sentia, pois eu sinto isso, é um querer ir, mas também ficar, um querer e também um não querer. É muito estranho isso, porque não pode se controlar esses sentimentos, eles vem e ficam e como vieram, vão embora. Será que Picasso também estava deprimido? Ou Renato Russo quando compôs a melodia da canção, o apóstolo Paulo e o poeta Camões em quem Renato se baseou para compor sua canção? Eu só sei de uma coisa: a que eu entendo o que eles estavam sentindo quando pintaram ou escreveram seus poemas.

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